Hormônios: Como Eles Funcionam Para Uma Boa Hipertrofia

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Quanto o assunto se trata de hormônios e musculação, muitas pessoas ficam com medo porque os anabolizantes contêm hormônios sintéticos capazes de aumentar a massa muscular de uma pessoa. Porém, como se trata de um medicamento com fortes efeitos colaterais, os anabolizantes são ministrados com receita médica e com objetivos de curas ou controle de doenças, em sua grande maioria relacionada a disfunções hormonais como impotência sexual ou até mesmo a menopausa.

Existem outras doenças também que são tratadas com anabolizantes, tais como o HIV, mas este é um outro assunto para um próximo texto. Hoje, nós vamos descobrir como os hormônios são importantes para a musculação e como os profissionais da área da educação física precisam trabalhar em suas séries para que haja a tão buscada hipertrofia.

Esperamos que vocês gostem desta análise e se puderem compartilhar com seus amigos, porque informação de qualidade nunca é demais! Boa leitura.

Como os hormônios funcionam no nosso organismo?

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Não sei se você sabe, mas o sistema nervoso central é um dos braços do sistema endócrino e são a partir deles que os comandos são enviados e os hormônios liberados para o nosso corpo. Com a deficiência de algum deles, pode ser que alguns tipos de doenças possam ocorrer.

Ocorre que o sistema nervoso central, a partir das sinapses nervosas, enviam mensagens para as nossas correntes sanguíneas. Estas mensagens também podem ser chamadas de hormônios, aos quais são produzidos por glândulas ou outras estruturas que estão espalhadas por todo o organismo.

Estas substâncias ou hormônios são secretadas em várias quantidades por células que executarão determinada função as quais os hormônios possuem propriedade para realizar. Tais funções são reações metabólicas que o corpo vai desenvolver, ou seja, em grande parte, as células do nosso corpo são comandadas pelos hormônios.

É muito interessante a gente ter uma certa noção de como tudo funciona porque está, literalmente, tudo ligado. É uma reação em cadeia que começa no cérebro e que depois é comandada e transmitida para todo o corpo. Sendo assim, são os hormônios que determinam a hipertrofia, por isso que os anabolizantes tiveram um forte crescimento nos anos 70, afinal de contas, a ideia de tomar hormônio sintético para fazer o corpo aumentar de massa muscular em um curto espaço de tempo é até hoje muito procurada. Porém, isso não quer dizer que tomar anabolizantes faz bem para a saúde, pois devemos sempre levar em consideração a questão dos efeitos colaterais que são bastante graves e podem levar, inclusive, à morte.

Classificação dos Hormônios e Como Eles Agem no Organismo:

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Esteroides: geralmente são ligados a questões sexuais como o testosterona e o estrógeno. Os esteroides são hormônios que alteram ou estimulam funções do organismo, ou seja, quando há entrada deste hormônio no organismo, a ação celular é alterada ou estimulada.

Peptídeos: compostos proteicos que não alteram as funções celulares. Somente as membranas das mesmas por meio de receptores capazes de provocar certas reações. Bons exemplos de peptídeos são a Insulina e o Hormônio do Crescimento.

Conforme dito anteriormente, os hormônios são responsáveis por alterar ou estimular quase todas as funções metabólicas do corpo, ou seja, não apenas os músculos, mas várias outras funções. Isto quer dizer que quando ingerimos hormônios sintéticos, ou os famosos anabolizantes, o nosso corpo estará mudando a sua estrutura de uma maneira muito brusca e rápida, de forma a causar um verdadeiro curto circuito em algumas funções que não estão necessitadas de reposições hormonais.

Ou seja, como os anabolizantes foram criados para suprir a necessidade de uma função que está em descompasso, quando somos receitados por um médico a tomarmos tal hormônio, as chances de haver um efeito colateral grave é muito pequena, uma vez que o corpo vai saber absorver de maneira inteligente a fim de recuperar determinada função que está em déficit pelo corpo.

Por isso que ao ingerir um anabolizante sem a necessidade médica para tal, o corpo acaba ficando com determinado hormônio em excesso, pois está produzindo-o normalmente a todo vapor e também está recebendo um extra sintético sem a menor necessidade. Logo, esta sobrecarga é entendida como um corpo estranho e o organismo começa a dar sinais de que algo está errado, é quando os efeitos colaterais começam acontecer.

Sem contar que quem tem o costume de fazer o uso de esteroides, por exemplo, correm o risco de depois de um tempo, o próprio corpo deixar de produzir o hormônio porque, mesmo que de forma intuitiva, os receptores acabam tentando equilibrar este excesso e param de funcionar da maneira correta. O resultado disso é que quando você deixar de tomar o hormônio sintético, consequentemente vai ter uma produção hormonal natural em desequilíbrio.

Sendo assim, é sempre importante avaliar a real necessidade do uso de hormônios e em caso de dúvidas perguntar para o seu médico de confiança. É algo que realmente não devemos brincar, pois os hormônios são partes essenciais para a vida humana.

 


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